Acredito ser este, um tema polêmico. Tema tal, que reitera bons argumentos tanto a favor quanto contra. Vamos a uma breve explanação sobre a essência das duas alas.
Os favoráveis à saída do armário enfatizam que não é possível viver duas vidas, que é o mesmo que se enganar. Levam em consideração até princípios constitucionais de liberdade, igualdade, etc. Acreditam que uma vida, fingindo ser o que não se é, é uma vida perdida, atribuindo inclusive, preceitos de coragem, auto-aceitação, e busca pelo respeito de quem realiza o feito. Nestas idéias, determinadas pessoas que defendem a causa, consideram que quem não sai do armário, não é digno de respeito entre homossexuais.
Os desfavoráveis enfatizam, entretanto, outro também princípio constitucional de direito à privacidade. Entendendo que absolutamente ninguém, fora de quatro paredes, necessita saber o que, dentro, lá ocorre. Levam em consideração que respeito não se adquire necessariamente expondo questões em sua vida que absolutamente em nada interferirão na realização de seu trabalho, na convivência em sociedade, ou em qualquer outra questão cotidiana. Entendem ainda que auto-aceitação é interna, e que sair do armário nada tem a ver com coragem em si, mas com liberdade de não ter que necessariamente realizar o padrão de conduta homossexual de "assumir-se".
Pessoalmente acredito que, diante de todos os argumentos de ambas as partes, não cabe questionar atitudes de quem prefira este a aquele. Há quem se sinta mais realizado defendendo o direito de ser o que se é, e nem por isso, ser menos do que qualquer outra pessoa - o que é bastante louvável. E há quem, mesmo sendo homo, não é um carregador nato da bandeira por talvez, nem mesmo enxergar diferença entre a sexualidade, priorizando antes de tudo, os seres humanos e não suas divisões em blocos - o que também o é.
Assumir-se ou não homossexual, em minha opinião, tem mais a ver com escolha de uma pessoa, do que com coragem. E escolhas, mesmo podendo ser questionadas, são itens que variam com o tempo. Tempo este, pessoal ou da própria sociedade. Fato é que não necessariamente todas as pessoas sentem liberdade quando assumem-se gays, até porque neste contexto, estaríamos delimitando e regrando uma palavra que, por definição, não aceita muitas regras.
Em resumo, o que vale é o direito de escolha e o respeito, de heteros e homos, pelas escolhas feitas. Afinal, bem já disse Voltaire uma vez: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las"
Os favoráveis à saída do armário enfatizam que não é possível viver duas vidas, que é o mesmo que se enganar. Levam em consideração até princípios constitucionais de liberdade, igualdade, etc. Acreditam que uma vida, fingindo ser o que não se é, é uma vida perdida, atribuindo inclusive, preceitos de coragem, auto-aceitação, e busca pelo respeito de quem realiza o feito. Nestas idéias, determinadas pessoas que defendem a causa, consideram que quem não sai do armário, não é digno de respeito entre homossexuais.
Os desfavoráveis enfatizam, entretanto, outro também princípio constitucional de direito à privacidade. Entendendo que absolutamente ninguém, fora de quatro paredes, necessita saber o que, dentro, lá ocorre. Levam em consideração que respeito não se adquire necessariamente expondo questões em sua vida que absolutamente em nada interferirão na realização de seu trabalho, na convivência em sociedade, ou em qualquer outra questão cotidiana. Entendem ainda que auto-aceitação é interna, e que sair do armário nada tem a ver com coragem em si, mas com liberdade de não ter que necessariamente realizar o padrão de conduta homossexual de "assumir-se".
Pessoalmente acredito que, diante de todos os argumentos de ambas as partes, não cabe questionar atitudes de quem prefira este a aquele. Há quem se sinta mais realizado defendendo o direito de ser o que se é, e nem por isso, ser menos do que qualquer outra pessoa - o que é bastante louvável. E há quem, mesmo sendo homo, não é um carregador nato da bandeira por talvez, nem mesmo enxergar diferença entre a sexualidade, priorizando antes de tudo, os seres humanos e não suas divisões em blocos - o que também o é.
Assumir-se ou não homossexual, em minha opinião, tem mais a ver com escolha de uma pessoa, do que com coragem. E escolhas, mesmo podendo ser questionadas, são itens que variam com o tempo. Tempo este, pessoal ou da própria sociedade. Fato é que não necessariamente todas as pessoas sentem liberdade quando assumem-se gays, até porque neste contexto, estaríamos delimitando e regrando uma palavra que, por definição, não aceita muitas regras.
Em resumo, o que vale é o direito de escolha e o respeito, de heteros e homos, pelas escolhas feitas. Afinal, bem já disse Voltaire uma vez: "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las"
Liberdade de escolha. E respeito pelas decisões que não são suas. Já pensou nisso?




