Pode ser hétero. Pode ser lésbico. Que diferença faz? A verdade é que todo romance têm problemas. Grandes, pequenos, médios ou mais ou menos. Porque mais ou menos é um tipo de problema importante de se ter em um relacionamento.
O estilo feliz e apaixonado não dá. Ninguém é sempre feliz. E sério... nem sempre está tão apaixonado assim. Dúvidas aparecem. Dívidas também. Não, monetárias, é claro. Mas, em relação ao que se fez, e mais vezes do que se imagina: em relação ao que se deixou de fazer.
Por isto chega em um ponto que todo relacionamento beira a discussões que viram atemporais. Acontecimentos de 2 anos atrás voltam à tona com uma facilidade indescritível. Você numa mesa de bar, conversando animadamente com seu parceiro/parceira sobre sinuca. Você quer porque quer colocar uma dentro da sua casa. A outra pessoa pensa se é uma boa. Vocês se divertem pensando no quanto seria bom tê-la no centro da sala. E no quanto seria bom chegar em casa a noite e jogar uma partidinha, até que... lamentavelmente, sinuca remete a bar, que remete a uma vez que você estava jogando com uma outra pessoa e passou uma mulher, mexeu com você e você deu bola.
Pronto. Acabou a graça de tudo. Todos os sentimentos reprimidos voltam a tona. Sua mente se esforça para saber do que a outra pessoa está falando e quando a questiona ela diz: você só lembra do que te interessa, né?! Está instaurada a sessão pagamento de dívidas.. que, ah.. é bom, dizer: são sempre eternas. Não adianta explicar. Não adianta se desculpar. Daqui há 3 anos, quando discutirem de novo, esta história aparecerá de novo. E de novo, trará todo o sentimento a tona. É uma luta vã.
Mas, isto é normal. Faz parte do tipo de problema mais ou menos. No fim, são até divertidos quando no final, termina em um beijo e na frase: Mas, você gosta de acordar múmias, né?! E fica tudo bem.
As brigas pequenas fazem parte do quesito maneira de apertar a pasta de dentes, mania de colocar o pé sujo na cama, copos espalhados... coisas banais.
E as grandes, bem... as grandes fortalecem relacionamentos. É um fato. Se um casal não passar por uma briga grande e sair machucados sim, mas juntos dela... ainda não é um relacionamento.
Porque este negócio de namoro feliz e apaixonado só tem nas histórias infantis. E mesmo assim porque ninguém nunca passou da frase: e viveram felizes para sempre! Eu queria saber o que isto signica. Queria ver o depois desta frase. Depois de ficarem juntos, depois de casarem. Quero ver o feliz e apaixonado ininterrupto funcionar aí... no dia a dia.
A questão é: não adianta! Não consigo acreditar nesta felicidade incondicional toda. E tenho péssimos pressentimentos todas as vezes que encontro um casal feliz e apaixonado. Aquele tipo mela cueca irritante. Do tipo clichê: eu amo minha vida porque minha vida é você. Não consigo dar mais nem 5 meses de namoro para este tipo de casal.
Até porque, entendo muito bem e concordo totalmente com a senhorita Clarice Lispector quando a mesma me confidenciou:
"Eu sou eu. Você é você. É vasto, vai durar".
O estilo feliz e apaixonado não dá. Ninguém é sempre feliz. E sério... nem sempre está tão apaixonado assim. Dúvidas aparecem. Dívidas também. Não, monetárias, é claro. Mas, em relação ao que se fez, e mais vezes do que se imagina: em relação ao que se deixou de fazer.
Por isto chega em um ponto que todo relacionamento beira a discussões que viram atemporais. Acontecimentos de 2 anos atrás voltam à tona com uma facilidade indescritível. Você numa mesa de bar, conversando animadamente com seu parceiro/parceira sobre sinuca. Você quer porque quer colocar uma dentro da sua casa. A outra pessoa pensa se é uma boa. Vocês se divertem pensando no quanto seria bom tê-la no centro da sala. E no quanto seria bom chegar em casa a noite e jogar uma partidinha, até que... lamentavelmente, sinuca remete a bar, que remete a uma vez que você estava jogando com uma outra pessoa e passou uma mulher, mexeu com você e você deu bola.
Pronto. Acabou a graça de tudo. Todos os sentimentos reprimidos voltam a tona. Sua mente se esforça para saber do que a outra pessoa está falando e quando a questiona ela diz: você só lembra do que te interessa, né?! Está instaurada a sessão pagamento de dívidas.. que, ah.. é bom, dizer: são sempre eternas. Não adianta explicar. Não adianta se desculpar. Daqui há 3 anos, quando discutirem de novo, esta história aparecerá de novo. E de novo, trará todo o sentimento a tona. É uma luta vã.
Mas, isto é normal. Faz parte do tipo de problema mais ou menos. No fim, são até divertidos quando no final, termina em um beijo e na frase: Mas, você gosta de acordar múmias, né?! E fica tudo bem.
As brigas pequenas fazem parte do quesito maneira de apertar a pasta de dentes, mania de colocar o pé sujo na cama, copos espalhados... coisas banais.
E as grandes, bem... as grandes fortalecem relacionamentos. É um fato. Se um casal não passar por uma briga grande e sair machucados sim, mas juntos dela... ainda não é um relacionamento.
Porque este negócio de namoro feliz e apaixonado só tem nas histórias infantis. E mesmo assim porque ninguém nunca passou da frase: e viveram felizes para sempre! Eu queria saber o que isto signica. Queria ver o depois desta frase. Depois de ficarem juntos, depois de casarem. Quero ver o feliz e apaixonado ininterrupto funcionar aí... no dia a dia.
A questão é: não adianta! Não consigo acreditar nesta felicidade incondicional toda. E tenho péssimos pressentimentos todas as vezes que encontro um casal feliz e apaixonado. Aquele tipo mela cueca irritante. Do tipo clichê: eu amo minha vida porque minha vida é você. Não consigo dar mais nem 5 meses de namoro para este tipo de casal.
Até porque, entendo muito bem e concordo totalmente com a senhorita Clarice Lispector quando a mesma me confidenciou:
"Eu sou eu. Você é você. É vasto, vai durar".

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